12 Abril 2012

Califórnia 2012


Chegada em SF - 04/04 quarta

Apesar das conexões (e do cancelamento do vôo Washington-San Francisco), a viagem foi tranqüila. Tomamos o BART no aero de SF (que estava bem frio!) e descemos direto no centro, pertinho do hotel.Quer dizer, a uma ladeira do hotel ;) Check in feito, hotel meio europeu, descemos para um jantar pelo centro. O rest (Perbacco) foi ótimo, meio happy hour executivo e comida decente. Uma voltinha e só!

05/04 - quinta

Acordamos cedo, ajudados pelo fuso, tomamos nosso café continental à americana, ovos, bacon, french toast... Union Square, vizinha, ok. Bondinho histórico com fila, na Powell, por US$6! Haja crise hein. Os bilheteiros são cheios de graça. Subindo e subindo, chegamos na Lombard St, uma rua curiosa que faz uma seqüência de curvas fechadas. Zanzamos pela região até chegarmos ao Fisherman Wharf, onde esperávamos fazer o tour a Alcatraz. Esperávamos, porque as reservas estavam sold out até domingo, quando iríamos a LA. Uma pena, fica pra uma outra encarnação. No problem at all, passamos pelo Pier 39 com suas mil lojas de bugigangas. Uma paradinha para fotos dos lobos marinhos preguiçosos no cais. Depois, descemos pela Columbus, cruzando o North Beach, bairro italiano. Um café rápido na La Boulange, um rede de padarias francesas bem gostosa. Visitamos a Igreja de S. Pedro e S. Paulo, e a Washington Sq. Seguimos pela Chinatown, mais uma. Depois de passar pelo bairro financeiro, fomos até o Ferry Building, um mercado municipal de comidinhas. Um docinho no Miette Cakes, humm. A partir daí, uma jornada sem fim pela Market St, artéria principal de SF. Pausa para um chocolate quente no indefectível Starbucks. Quebramos pros Heights, com direito à Alamo Sq Park e sua "casinhas" históricas. Andamos, andamos até a entrada do Golden Gate Park. Fiquei exausto e voltamos de ônibus. O almoço tardio serviu de jantar.

06/04 - sexta

Dia seguinte, novo strolling pela Market, via Japantown, bem discreta. Uma supervisita ao Civic Center e ao Museum of Asian Arts. Tomamos um tram e descemos no Castro, pra almoçar no Stabelly, muito charmoso e agradável. Uma passeadinha pelo bairro e voltamos pra casa. Umas comprinhas de leve, e o jantar no (lotado) The Cheesecake Factory, suuuperamericano.

07/04 - sábado

De ônibus fomos logo cedo pro Fisherman's Wharf, parando no Blazing Saddles para alugar nossas bikes! Isso mesmo, supermotivados e atléticos, planejamos o dia em duas rodas. O trajeto, popular, passa pelo Fort Mason, pelo Crissy Field, pela cênica Golden Gate, por Sausalito (com rápido desencontro entre os atletas - Luciano disparou na frente!), seguindo por Bothin Marsh Preserve, parada para um lanche no family-owned In-n-Out, ufa, e descida pela linda Tiburon! Ai minhas coxas. Um sorvete, uma salada de frutas e tomamos o ferry de volta - lotaaado de bikes e bikers. Tomamos um bus pra casa, um banho e um jantar no Scala's Bistro, bem razoável (reservado com o recém-descoberto Open Table). E uma boa noite de cama, pra recuperar!

Chegada em LA - 08/04 - domingo

Tomamos o avião nem tão cedo, chegada de boa, carro alugado etc etc. Começa o trajeto motorizado, estávamos ansiosos, mas correu tudo bem. Estacionamos perto da Marina Del Rey, e almoçamos por ali. Depois, um congestionamento ao longo da Venice Beach, uma estacionada rápida (30 min!) para descermos até Santa Monica, com todo seu cenário típico de filme de sessão da tarde! Depois, dirigimos ao longo da praia até (SOS) Malibu, e seguimos a Sunset Boulevard a vida toda, passando por Bel Air, Beverly Hills (com visita à Greystone Mansion, cenário de vários filmes), subida ao Griffith Observatory (o parque estava lotado
e o show de astronia é bacaníssimo!), West Hollywood, até nosso hotel em Hollywood. Quando fizemos check in já tínhamo rodado muito!! Saímos pra jantar no bairro, que tá meio decadente, é verdade, mas ainda vale. O Loteria Grill, mexicano, foi ótimo. Caminhamos pela Hollywood Boulevard até o Grauman's Chinese Theatre, com sua calçada eternizada pela fama.

09/04 - segunda

Logo cedo seguimos novamente pela Hollywood Boulevard, com suas estrelas e teatros, até o teatro chinês, onde começaríamos o tour da Starline, uma companhia antiga que faz passeios pela cidade. Fizemos o das casas dos famosos. Tudo muito tranks, passando pelos bairros que tínhamos visitado no dia anterior, West Hollywood, Bel Air etc. O guia ia apontando as casas atuais e antigas das celebridades, e pontos de interesse (?), como o lugar da batida da Lindsay ;) Umas 2h de tour honesto, com uma forçadinha na gorjeta (demos o valor regular). Depois, uma passeadinha no bairro. A pé, paramos para comer num fast-food, nada demais, é claro. Depois, chegamos no Hollywood Forever Cemetery,e zanzamos por lá meio sem referência. Por acaso, vimos o túmulo do diretor que tanto gostamos - Hitchcock! Depois, seguimos para a Paramount Studios, onde chegamos para o tour das 14h (compramos antes pela web). Muito digno, a guia suuuperdivertida, com boa vontade real (e não a forçação americana típica, ansiosa por gorjetas). Uma turma de francesas num vibe antipática não atrapalhou, e eu tava superarrasando nos meus conhecimentos, Frommer's made, sobre o cinema de LA. Muitos hi-5! Muitíssimo legal ver que uma parede simples, num canto de um espaço funcional qualquer, como um jardinzinho de entrada de escritórios, pode se transformar em cenário para VÁRIOS filmes e séries. Rola muito um aproveitamento de cada espacinho, pra dar conta do ritmo intenso de gravações. Depois, entramos em um studio em si, onde era gravado o Dr. Phil, que descobri ser o médico da Oprah. Divertido entrar com cenários montados, marcações e todo o equipamento no teto! E a cada cenário/studio, a guia mostrava, num iPad, cenas de filmes/séries rodadas ali, inclusive comparando vários... Viva a tecnologia! Depois, vamos até as "cidades" cenário, que são sempre "esquinas" montadas, cada uma com um clima de NY, Washington, Europa... Vimos a casa e a escola do Chris - de Everybody Hates Chris, que eu amo! Vale a pena demais. Depois, uma passada no café local (com risco de encontrar atores etc) e voltamos pro hotel. Pegamos o carro e fomos até o LACMA, o museu de arte de LA. Estava rolando uma exposição sobre design californiano, outra sobre artistas mulheres latinas, vários prédios... Não sabia que era tão grande, e o frio inesperado nos fez dar uma corridinha na visita. Mas eu volto lá numa próxima! Na saída, pra tentar as encomendas básicas, achamos uma Best Buy próxima, mas sem muito sucesso. De lá, a Apple do The Grove, shopping bacana a céu aberto. Mas o friinho... Foi bate e volta. Uma paradinha numa Pizza Hut pra comermos em casa e ufa!

10/04 - terça

Depois do café, claro, tomamos o carro rumo a Mulholland Drive, uma estrada urbana cênica, pelos bairros no alto de LA. Bem local mesmo. No fim, Getty Center, um complexo de arte bem legal, organizado em prédios ao redor de jardins bonitos. Fica no alto de uma colina, que a gente alcança em um monorail. Depois, almoçamos lá no The Restaurant (outra reserva via Open Table). Pedimos o menu do dia, delicioso! A vista é linda, mas fica tão claro que tive que almoçar de óculos escuros! Barriga cheia, fomos ao centro da cidade, pela freeway. Frio de novo! Paramos num parking e fomos andando até o Staples Center, o complexo todo etc. Mas tudo vazio àquela hora. Fomos ao Grammy Museum, que estava pré-estreando uma exposição sobre Heavy Metal, apenas para convidados. Mas não atrapalhou nossa visita. Bem legal, cheio de instrumentos, cabines etc para vc simular como é a produção musical. Que complicado! Também farto material sobre música, quase sempre as da ampla faixa pop (country, disco, soul, R&B, rock etc etc). Os videozinhos de história musical foram bacanas! E também muitas peças dos cantores, instrumentos, roupas... Depois de uma volta pelo deserto, digo, downtown, voltamos. Sem disposição pro frio, fiquei no hotel e Luciano pro cinema.

11/04 - qua

Hoje é dia de parque, bebê! Direto pra Universal, ueba! Apesar do climinha que amanheceu ordinário, com chuvinha chata, foi tudo ótimo. Poucos brinquedos, mais atrações tipo demonstrações - shows de animais atores, efeitos especiais, o velho (literalmente) Exterminador do Futuro, simulador Simpsons (uma animação 4D), o já experimentado Parque dos Dinossauros, Shrek... Mas o mais legal é o tour pelos "studios", que são pouco usados (só a Paramount permaneceu em Hollywood, dos grandes studios). Inclui várias locações cenográficas, pueblo mexicano de Born This Way, catástrofe de avião, a periferia de Desperate Housewives... Mas a grande atração é sem dúvida a "gruta" do King Kong, com tela ao longo das laterais do trenzinho, em alta definição! Divertidíssimo! Depois da farra, voltamos pra casa e nos arrumamos, pro evento mais fun da viagem: Cirque du Soleil, espetáculo Iris. Antes de chegar, congestionament tipo, 5ª fila, no Kodak Theather! Toda uma linha Oscar!!! Antes do show, os personagens andaram pela platéia, com direito a uma delas se agarrar no Luciano com foto autografada e beijada e tudo! Hahaha! O espetáculo em si é lindíssimo, misturando artes cênicas, plásticas, música (de Danny Elfman!), dança, figurino e claro, cinema! Tudo é filmado e editado ao vivo, em formas gráficas maravilhosas. Foi realmente soberbo! Se for só pra ver o show, já vale a pena vir a LA, imagina o resto! Tarde da noite, jantamos no Cecconi's, um italiano. Tudo que é bom dura pouco e no dia seguinte, de volta pra casa...

01 Outubro 2011

Montreal - com Ottawa e volta a Toronto

Tudo muito pratico no minivoo Tor-Mon. Uma encrenca: malas nao chegaram (a proposito, as de ninguem do voo). Apos protocolarmos reclamacao, bus 747 ate o centro, numa parada DO LADO do hotel. Pratico e barato. Hotel ok e rua, com voltinha pela Chinatown (sempre ela!) e a Velha Montreal. Casamentos mil na Notre-Dame. Voltei pra casa e cochilei a tare, ate ligarem da recepcao, avisando da chegada das queridas malinhas, para alivio do Rafael. A noite, balada com Rafa, pelo Villae, na St. Catherine. Primeiro, um parada no Sky, um multiplex com bar, pub, terraza, e cantora mexicana! Uns drinks e fomos pro Unity, com porta cheia. Outro multiplex, varias pistas e terraza, que na madruga tava cheio de fog do clima frio. Foi divertido mas tudo igual as demais baladas.

Domingo fomos a um cafe local e depois, subimos a pe ate o parque Mont Royal. No comeco, mais frio e calmo, com o passar das horas, cheio e ensolarado. Otimo! Andamos, comemos, dormimos na grama, escutamos um ensaio de uma bandinha boa que iria se apresentar no Challet Mont Royal... passamos pelo Lago dos Castores esaimos pelo cemiterio catolico. Uma senhora caminhada! Depois passamos pela igreja st. Joseph, com seus muitos degraus e devotos subindo de joelhos. Na volta, tomamos a avenida, meio perdidos, e com fome, McDo. Metro de volta pra casa, banho, cochilo etc. Novos drinks num rest cool da St. Catherine e uma paradinha num bar, eu, Si e Rafa, o famoso (como descobrios depois) Mado, com concurso de drags, muita piada em frances (???) e shows divertidos!

A segunda de calor comecou com um belo cafe da manha no Jean Talon, mercado la na mini Little Italy, a qual alcancamos de metro. Um sucesso: crepes, sucos de frutas vermelhas, sanduiches de ciabatta, pirulito de caramelo maple, milho verde doce e creme brulee, na padaria Premiere Moisson, maravilhosa! Descemos (rolamos) a pe pela St. Denis, pelo charmoso Plateau Mont-Royal, passando tambem pelo Quartier Latin. Cansados, paramos num rest mais chiquezinho na St. Cathe, de novo, mas em Downtown. Razoavel. Depois, uma vola pelo bairro e casa! No fim do dia o Thiago, amigo do Rafael, foi ao hotel e combinamos todos o dia seguinte.

Terca mais quente ainda, metro e cafe no mercado Atwaters, com os convidados extras Thiago e Lucas, recem conhecido no albergue do Thiago. O mercado e mais bem mais simples que o Jean Talon mas tinha frutas (berries!) e a mesma padaria. Nova gula! Depois tomamos um rapido metro ate a estacado de trem, onde compramos os bilhetes de ida e volta a Ottawa. Se tivessemos comprado do Brasil, pela web, seria metade do preco, mas tudo bem... Continuamos de metro ate a regiao das instalacoes olimpicas. Fomos ao Biodome, com seus ecossistemas polares, amazonicos e canadenses, e subimos na torre inclinada local. Nada demais. Entramos tambem na area aquatica do complexo esportivo, onde vimos aulas de natacao e treinos de salto ornamental. Voltamos de metro a velha Montreal, almocamos por ali, e passeamos pela beira-rio e ruazinhas. Sorvete medio. Por conta de um show de "luzes e sons" (lembra do Egito?) nao se podia entrar livremente na Notre-Dame. Retorno passando pela velha e nao tao boa China Town e uma parada para um rapido drink num mexicano, muito do mal atendido,antes de uma volta pelo Village e hotel! Ufas!

Quarta foi dia parado, acordamos bem tarde... Um passeio pelo centro para as compras tradicionais. Uma rodada sem fim atrás da cidade subterrânea, shopping e galerias, supermercado pro lanchinho do passeio do dia seguinte etc etc. Almoço no italiano da esquina, bem gostoso e farto! À noite, jantamos numa steak house do bairro, mas muita propaganda e pouca entrega: comida média...

Ottawa ficou pra quinta-feira. Madrugamos pro trem que partia 06h00. Funcional, e com wi-fi (aliás, uma rotina no CAN). Da estação ao centro, pegamos um ônibus com uma motorista não muito amigável... Tomamos café na chegada e fomos direto ao Parlamento, fazer a visita legislativa (olha o Mudado aí!). Muito drama, muito não me toque. Passa. De lá rodamos pela town, pequena mas capital. Mercado, e depois, atravessamos a ponte em direção à cidade de Gatineau, conurbada, já na província de Quebec. Assistimos uma sessão no Imax (o filme Born to be Wild, que tinha visto o trailer na Austrália). Depois, visitamos o Museu das Civilizações, que, além de uma coleção sobre as First Nations (povos nativos) tem uma linda sessão, em rota e ordem cronológica, sobre a história do Canadá. Muito legal mesmo. Pena que o trem de volta era 18h e tive que correr... Lanchamos na estação central, cuja atendente era solitária e muito animada. Dormimos no trem e nem jantamos em Montreal...

Sexta e derradeiro dia foi acordar pra tomarmos o bus até o aero. Lanchamos lá. Rapidinho chegamos em Toronto, no aero da ilha. Táxi, hotel, check in etc. Pra finalizar, as last compras e encomendas. Comemos um burguer diferenciado no mall, bem gostoso. À noite, bem mais frio que a semana anterior, pit stop no McDonalds pro Rafa fazer um boquinha (com direito a conferência municipal de doidos: Queen Latifah, a dona do pedaço, Corcunda de Notre-Dame e seu detergente de Sprite Diet, Penélope Charmosa e sua dancinha maluca e o infame traficante de crack/pedinte...). Fomos ao bar Woodies, de novo, só pruns drinks... Bye, Canadá.

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